Final Fantasy XIII – Review

março 15, 2010 at 8:41 pm 29 comentários

Produtora: Square Enix Distribuidora: Square Enix Gênero: RPG/JRPG

Plataforma: Xbox 360/ Playstation 3    Analista: Fabian Kurayami

Poucos jogos possuem uma trajetória tão longa e polêmica quanto Final Fantasy XIII.  Os últimos 3 anos foram marcados por informações liberadas a conta gotas, adiamentos em profusão e uma bomba chamada “lançamento  multiplataforma”. Mais que isso, nas últimas semanas algumas análises demonstraram grande grau de desencantamento com o novo capítulo da quintessencial franquia de JRPG. Chegou a hora de dissecarmos o mais novo epílogo da fantasia final.

Humanidade à japonesa


Final Fantasy XIII narra a história de alguns jovens marcados por uma entidade de poderes quase divinos e compelidos a realizarem uma missão que não entendem por completo. A base é simples, mas há implicações políticas entre os dois planetas envolvidos – cada um apadrinhado por uma destas entidades. A questão é que os protagonistas se tornam “propriedade” da entidade responsável por Pulse, planeta rival ao que vivem, Cocoon, e passam a ser caçados ainda que seu trabalho envolve proteger a segurança de todos.

O cerne da trama é realiza um belo trabalho em versar sobre a intolerância humana, a sua preguiça de tentar compreender os outros e suas motivações. É também um recado claro a respeito de como organizações poderosas – como governos – podem manipular e colocar em risco as vidas dos jovens para seguir suas agendas pessoais. Entretanto não é este a maior força narrativa de XIII.

Não é novidade para ninguém que acompanhe a narrativa mainstream oriental o seu apego pelo melodramático. Seja nos livros como o mega-sucesso “Socrates in Love“, na TV  com as açucaradas Pride ou 50 Liters of Tears, ou nos games, os japoneses investem em situações limítrofes, buscando expor as vísceras emocionais de seus personagens para tocar o público alvo. Se você odeia o estilo, não deve ter gostado de Advent Children, FFVIII e FFX, já que não é de hoje que a Square escancara situações emocionalmente exageradas para causar reações em seu público. A grande novidade está na humanidade de seus personagens. Lighting é uma personagem complexa, cheia de matizes diversas. Há tons de resignação, rebeldia, mágoa, esperança, perseverança… Todas unindo-se para pintar um quadro bastante complexo que, se não captura a maioria do público, ao menos cria um elemento catalisador para conduzir a trama. E não é apenas Lightning que se destaca. Temos o mimado e inseguro Hope – que tem uma química sensacional com a guerreira – e o deprimido  Sazh – que com sua máscara cômica se revela um personagem encantador. O resto de elenco é agradável, apesar de não ter a complexidade emocional dos 3 anteriormente citados, eles cumprem os papeis clássicos que se esperam em uma aventura deste tipo.

Outro destaque é o modo que a narrativa é conduzida. O jogo separa os personagens em duplas o que dá espaço a focar em cada um dos elementos do time de modo igualitário, mergulhando em suas motivações e estabelecendo conexões profundas entre os protagonistas da trama.

Como toda obra melodramática, temos momentos onde impera um certo exagero, onde as frases parecem recitadas e situações e sentimentos são hiper-dimensionados, mas é uma questão estilística e qualquer um familiar com a série Final Fantasy sabe muito bem o que esperar. No final das contas temos uma narrativa sólida com um bom elenco de personagens e uma conclusão estonteante. Sim, todas as indiocrassias do melodrama japonês dão as caras, mas não é por isso que você joga Final Fantasy?

Visões de um mundo fantástico

Muito foi falado sobre os gráficos de Final Fantasy XIII após o anúncio da produção multiplataforma. Felizmente as críticas e boatos não procedem. É um jogo de visual arrebatador. A direção artística é aquela que esperamos da franquia: Um visual que mistura sci-fi hiper estilizado a convenções clássicas da fantasia  medieval. Os ambientes são extremamente variados e possuem um senso de escala nunca antes visto na série. Não se decepcione com as primeiras duas horas de jogo, após o ataque nos trilhos de Cocoon temos uma viagem espetacular por ambientes de visuais irretocáveis. É nítido como a qualidade visual avança e atinge seu auge na metade do game. Os bosques que vemos no capítulo 6 é um dos ambientes mais lindos e mágicos que já pude por meus olhos.

E ainda nem chegamos a falar dos personagens! Construidos com milhares de polígonos eles possuem um nível de detalhamento inacreditável. Cílios, cabelos, bordados nas roupas, fivelas… Tudo é recriado com um cuidado estonteante. As texturas dos diversos materiais de roupas é algo que me espantou. Apenas em Uncharted 2 havia visto tamanho esmero neste departamento. As expressões faciais são lindíssimas, dotadas de uma naturalidade que eu definitivamente não esperava em um jogo japonês.

As sequências em CGs pré-renderizadas também são incríveis, apesar de não causarem mais o mesmo impacto das gerações anteriores, especialmente na versão do Xbox 360, onde os videos estão bastante compactados, gerando uma experiencia muito abaixo da que temos no Playstation 3. Aliás, essa é a mais significativa diferença entre as versões. No jogo propriamente dito os gráficos são muito semelhantes e a versão do console da Microsoft não é prejudicada pelos visuais sensivelmente inferiores. O fato é que 3 discos não foram suficientes para termos vídeos em alta definição o que nos deixa claro qual versão escolher se você tiver acesso aos dois consoles.

Beleza em ondas

Final Fantasy XIII não tem como compositor principal o icônico Nobuo Uematsu. Em seu lugar Masashi Hamauzu – discípulo particular de Uematsu – ficou responsável pelas músicas deste episódio. O resultado final foi excelente. Perdeu-se bastante da dramaticidade vigorosa de Uematsu, mas ganhamos  um pouco em inventividade e frescor. A adaptação aos ouvidos não é dificil se você jogou Final Fantasy X já que Hamauzu colaborou decisivamente no processo de composição da trilha do mesmo.

Os efeitos sonoros evoluiram bastante em relação ao último Final Fantasy do Team 1 da Square (FFX). Os efeitos estão menos artificais e os “foil” utilizados são mais naturais que os sons sintéticos que impregnavam os jogos anteriores. Barulhos de explosão e tiros continuam mais agudos do que gostariamos, mas esta me parece uma marca cultural dos jogos orientais.

A dublagem de jogos japoneses para o inglês é sempre um ponto sensível. Primeiro deve-se ter em mente que é impossível replicar o estilo de dublagem japonês. As entonações e maneirismos japoneses não possuem correspondentes ocidentais e isso deve ser respeitado antes de avaliar o trabalho da equipe ocidental.  Com isto em mente é fácil elogiar a dublagem de Final Fantasy XIII. Alli hillis – que já havia encantado milhares de jogadores com sua Dra. Liara T’Soni na série Mass Effect – faz um belo trabalho como Lightning. Ela é contida nos momentos certos e explode com mágoa e sensualidade. O ator de séries de TV Reno Wilson faz um excelente Sazh, acrescentando uma humanidade que ás vezes não existia na versão japonesa. Os outros personagens tem dublagens decentes e fazem o possível com as dificuldades impostas pelo roteiro melodramático do título.

Essência

Chegamos aqui no ponto mais sensível desta análise. Final Fantasy XIII traz modificações violentas na fórmula clássica do JRPG. O estilo intercala cidades recheadas de diálogos repetitivos e sidequests de gosto duvidoso com dungeons e desafios da trama principal. Há uma maquiação de linearidade e o jogador menos atento costuma pensar que possui alguma escolha quando, na verdade, esta se resume em ajudar o garoto a encontrar o gatinho ou ir direto em busca de salvar o mundo.

Em Final Fantasy XIII os protagonistas são odiados por boa parte da população e perseguidos pelo governo. Por isso mesmo é mais fácil justificar a não existencia de cidade e trechos abertos – ao menos não até a segunda metade do jogo.

O fato é que o jogo resume-se – em sua maioria – a sgeuir em frente e combater os inimigos. Para interromper a ação apenas o processo evolutivo dos personagens e armas que é bem simples. Não dá para não entender os que consideram a experiência de jogo diluida pelas mudanças da Square. Realmente sidequests e minigames não dão as caras, mas a trilha principal de jogo é boa o bastante para tornar a experência de jogo válida.

A base de Final Fantasy XIII são seus combates. São eles que fazem o jogador seguir em frente. O sistema é bem complexo e por isso mesmo as primeiras 2 horas de jogo são absolutamente terríveis. O intuito é introduzir as mecânicas de luta gradualmente, permitindo que o jogador se familiarize as diversas possibilidades estratégicas.  É complicado esmiuçar em palavras o sistema, mas ele funciona mais ou menos da seguinte forma: Há uma barra com diversos seguimentos, cada seguimento representa uma ação. Há golpes e habilidades que usam vários seguimentos, é possivel usá-las ou usar várias ações de menor custo. Os danos não são muito altos até que você deixe o inimigo atordoado. Para isso deve encher uma outra barra do adversário. Há golpes que causam maior nivel de stagger, podem-se usar sequencias de golpes, ataques conjuntos e habilidades especificas. Muitas vezes você deverá ponderar entre atacar para causar dano ou para deixar o adversário atordoado.  Além disso, cada personagem possui vários “paradigms”, que são diretrizes de habilidades a serem seguidas, algo como os jobs. O jogador controla apenas um personagem de modo direto, os outros tem seus comportamentos alterados através das escolhas dos paradigmas que podem, e devem, ser mudados de acordo com oe stado do combate.

O sistema é absolutamente rico e estratégico isso sem esquecer uma alta dose de velocidade e exigência de atenção. Muitas vezes será preciso escolher com cuidado qual combinação de paradigmas será usada para os personagens e qual o momento correto de trocá-las. Sem atenção aos detalhes, sem a busca de precisão estratégica, dificilmente se chegará longe em Final Fantasy XIII já que os adversários são bem mais duros que o de costume.

Um elemento clássico de Final Fantasy são os summons, as populares invocações e seus visuais fantásticos. Em XIII elas dão as caras como se esperava. Visualmente são incríveis, mas são poucas – uma para cada personagem – o que não deixa de ser um pouco decepcionante. Elas também estão menos poderosas que em episódios anteriores. Apesar de ainda terem capacidade de mudarem o rumo de uma batalha, o jogador não pode mais depender totalmente destes poderes se quiser ir em frente. Uma novidade interessante é o Gestalt Mode que transforma o summom em uma espécie de veículo para o protagonista, neste modo várias combinações de controles aparecem na tela e o jogador deve usá-las para obter o melhor resultado no confronto. É um pouco complicado em palavras mas bastante prático durante o jogo.

Conclusão

Final Fantasy XIII sofreu um enorme número de críticas dado a sua pouca liberdade e opção pela linearidade absoluta. Talvez seja fácil apontar estes fatores como decisivos para atacar o design do título, mas a realidade é que liberdade nunca foi um ponto forte nos RPGs orientais. A Square parece ter escolhido o caminho inverso do que vem se tornando padrão no gênero – especialmente nas iterações ocidentais –  sacrificando o livre arbítrio em favor de uma experiência cinematográfica. Os problemas do gênero foram escancarados e absolvidos e isto tornou XIII um mártir, sacrificado em favor de uma exigida renovação criativa da indústria nipônica.

Vejo Final Fantasy XIII de outra forma. É um jogo honesto que foca naquilo que faz de melhor: história eficiente e melodramática, combates rápidos e táticos e visual arrebatador. É um jogo que exige um pouco de tempo para ser compreendido, as primeiras 2-3 horas podem ser um desafio à paciência, mas após vencido o início lento temos acesso a um jogo que prende e não te deixa ir embora.

Lightning menciona que escolheu seu nome pois os ralâmpagos rasgam o céu com brilho intenso e violência, mas logo desaparecem. Talvez o mesmo se aplique a XIII. Sua luz pode ser efêmera, mas não deixa de ser poderosa. Se este episódio marcar realmente a despedida de um gênero, o JRPG como conhecemos se despediu orgulhoso, demonstrando suas vísceras criativas como no melodrama que a Square tanto ama.

Mais & Menos

+ Sistema de combate é magnífico

+ Visualmente espetacular

– Falta variedade a experiência de jogo

– Demora a engrenar

Notas

Apresentação: 8,5

Gráficos: 10,0

Som: 9,0

Jogabilidade: 8,5

Diversão: 9,0 (x2)

Média: 9,0

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29 Comentários Add your own

  • 1. MaYumi  |  março 15, 2010 às 9:32 pm

    Háaaaaaaaaaaaaaaaaa eu vou a loucuraaaa
    Quando voltar pra casa eu quero ler tudinho ^^

    Valeu Fabian pelo review
    Ótima nota!!!!!!!!!

  • 2. Tiago Medeiros  |  março 15, 2010 às 9:48 pm

    Ótimo Review!
    Ótima Nota, principalmente nos gráficos!
    Affff…parabéns! To feliz da vida.

  • 3. Tiago Medeiros  |  março 15, 2010 às 10:08 pm

    @MaYumi
    Tens MSN? ou orkut?
    =)

  • 4. JACK BAUER  |  março 15, 2010 às 10:16 pm

    excelente review pra variar, concordo que demora a engrenar e pegar a manha, mas realmente o jogo melhora bastante depois. parabens Fabian

  • 5. Flauber Vieira  |  março 15, 2010 às 10:21 pm

    O tempo acabou me condicionando a desconfiar desse jogo sempre além do trauma de três péssimos títulos da Square Enix lançados nessa geração. Vi pouco do jogo e mesmo lendo um texto assim, não sei ao certo se vou conseguir encarar toda a atmosfera do jogo com tanta facilidade e/ou conforto.
    Jogarei sim, mas não sei como e não sei como avaliarei o jogo tmb.

    Maldita Square Enix!

  • 6. Fabian Kurayami  |  março 15, 2010 às 10:21 pm

    Jaaaaaaaaaaaaaack!!!

    kct a qt tempo brother!

    Bom ver vc aqui!

    Pois é, o inicio é um saco sem tamanho, mas os q perseveram são recompensados com um belíssimo Final fantasy!

  • 7. JACK BAUER  |  março 15, 2010 às 10:27 pm

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk tamo ae. eu tava pra desistir nas primeiras horas, mas agora animei. melhora bastante e no terceiro disco dizem que fica melhor ainda.

  • 8. Tiago Medeiros  |  março 15, 2010 às 10:35 pm

    Realmente o jogo me surpreendeu! desde FFX que eu não ficava tão exitado (no bom sentido) em jogar. To com umas 20 horas e não passou pro terceiro dvd, tá muitoooo ANIMAL!
    Mais animal ainda é esse review…=)

  • 9. Edu  |  março 15, 2010 às 10:43 pm

    parabens fabian

    excelente como sempre

    assim q tiver tempo vou continuar minha saga no FF…gostei dele de cara…desde os primeiros minutos…imagina depois
    hehe

    flw

  • 10. Righi  |  março 15, 2010 às 10:44 pm

    Excelente review Fabian, pra variar [2]

    joguei todos FF desde o 1 ate o 13 e ainda no primeiro dvd ja deu pra perceber q este eh de longe o melhor de todos

    o combate esta fodasticamente demais, graficos entao de deixar qq um boquiaberto, historia excelente e ritmo de progressao muito bem dosado, tanto pros RPGezeiros das antigas ou pros n00bs de 1a viagem

    acredito numa evolucao ainda maior no prixmo FF, o 15, o 14 nem conto muito com ele, mas acho q o 15 fechara essa geracao em grande estilo

    abracos

  • 11. Fabian Kurayami  |  março 15, 2010 às 10:48 pm

    Righi?!

    OMG!!!

    Bem vindo cara! Ainda nos EUA?

  • 12. desadoc  |  março 15, 2010 às 11:25 pm

    Como os sábios diziam, o melhor foi ignorar todo o drama dos fanboys desde o lançamento japonês.
    No final sabia que se revelaria um bom jogo =)

  • 13. camilach  |  março 15, 2010 às 11:28 pm

    Belo review, não gosto da série, mas ficou muito bem feito. Parabéns!

  • 14. Lufi  |  março 16, 2010 às 12:13 am

    caramba!! fácil o melhor review que já li!!! muitoo massa sem noção! parabéns Fabian!!!! Final Fantasy é muito iinspirador mesmo!

  • 15. editor chefe  |  março 16, 2010 às 7:50 am

    Tô “queimando” o terceiro DVD ainda…para jogar !
    Excelente review.

  • 16. mayumi360  |  março 16, 2010 às 10:52 am

    @ Tiago Medeiros:

    MSN sim…
    Orkut não tenho e nunca faria rs…
    Não gosto dessas comunidades, e costumo fazer pessoas que estão
    não gostarem e saírem também ^^

    Mas por que o interesse?
    O Fabian sabe meu MSN ^^

  • 17. Tiago Medeiros  |  março 16, 2010 às 12:25 pm

    @ mayumi360

    Pq gosto muito de falar com mulheres sobre videogames, é uma coisa muito rara de se encontrar. Minha cunhada tem 21 anos e joga parelho comigo, discute sobre gráficos, texturas. Tenho bastante gente no meu MSN que gostam de jogos, discutimos os lançamentos, trocamos trailers e quando um empaca numa parte o outro ajuda. Ficaria honrado em ter vc tb.
    Abraço!!!

    P.S. Fabian, empaquei aki no FFXIII, naquele velhote idiota!
    =/

  • 18. Righi  |  março 16, 2010 às 8:10 pm

    to sim brother!

    volta a comu po! nao negue suas origens!! kkkkkkkk

    abracao

  • 19. Fabian Kurayami  |  março 16, 2010 às 8:15 pm

    @Righi Vou dar uma passada lá qualquer dia desses, prometo!

    È q a falta de tempo tá foda… Eu trabalho, tem o HCG e ainda tenho q jogar videogame e dar atenção a namorada…

  • 20. JACK BAUER  |  março 16, 2010 às 8:18 pm

    vc tem 24 horas pra aparecer lá😛

  • 21. Túlio Ferreira  |  março 16, 2010 às 9:31 pm

    Grande review fabian!!!!
    claro q n esperaria menos de um grande raposeiro como vc… heheh…
    n vejo a hora de por as mãos nesse jogo!!!
    flw meu véi!
    sempre apreciando o hardcoregaming…

  • 22. MaYumi  |  março 17, 2010 às 12:43 am

    @ Tiago Medeiros :

    Oi Tiago muito gentil vc de falar que vai ser uma honra
    me adicionar ^^
    Que nada…. O Fabian já teclo comigo e sabe como sou, posso
    ir do choro ao riso em segundos rs
    Mas pede pra ele meu msn que ele te passa, apesar de
    eu estar entrando pouco, combinamos umas fofocas sobre games OK
    Eu estudo área de desenho pra jogos ^^
    vc parece boa gente ^^

  • 23. Jay  |  março 17, 2010 às 12:32 pm

    Não nada esperava menos do Fabian,um review magnifico e uma otima nota

  • 24. Loveless  |  março 18, 2010 às 4:14 am

    Eu peguei a versão do 360 pois o cara ainda não tinha a do Ps3 e como eu estava extremamente afobado pra ver no que deu esse FF, peguei o game.

    Eu ja comecei o jogo como hater, achando que a franquia tinha morrido ali.. me deixei influenciar muito por comentários que li por ai. Depois de 8 horas diretas de jogo, fiz questão de passar em alguns foruns e xingar alguns haters.

    Sério.. você pode até não gostar desse FF, mas não diga que é porque ele descaracterizou a série, porque ele é linear, porque não tem 200 cidades pelo mundo.

    Final Fantasy XIII é tão FF quanto qualquer outro da série. Épico como sempre.

    Existe diferença entre fãs e bitolados. Se você é fã da franquia você vai gostar de FF XIII, se você é bitolado, continue jogando seu lixo do VII e seja feliz.

    Só parei de jogar pois não estou podendo ficar muito tempo sentado devido um acidente de automóvel que sofri uns dias atrás, mas estou louco pra continuar.

    Mais um review FODA pra coleção hein Fabian. Qualidade transpirando em cada frase. Parabens cara.

    E concordo plenamente com a nota.

  • 25. Matmagnus  |  março 18, 2010 às 11:47 pm

    ÓTIMO REVIEW Fabian, como disse o Loveless : “Qualidade transpirando em cada frase. ” !

    Jah dei uma jogada nele no 360 e to esperando pra pega-lo no PS3, cara me animei d+ com o seu review agora !

    Tinha jogado somente as 2 primeiras horas de jogo e nao tinham me agradado muito, mas agora com certeza vou terminá-lo !

  • 26. Fabian Kurayami  |  março 19, 2010 às 8:48 am

    Vlw galera!

    Mais reviews de alta qualidade estão chegando.

    HEavy Rain receberá um review de verdade e God III receberá um também.

  • 27. MaYumi  |  março 19, 2010 às 1:03 pm

    Só hoje consegui ler…
    Ficou muito bom seu review Fabian, vc escreve de uma forma bonita e agradrável de ler…

    Parabéns ^^

  • 28. Matmagnus  |  março 19, 2010 às 7:36 pm

    Fabian, poh cara espero ansiosamente um review decente de heavy rain, to em duvida d+ se pego o jogo, e os review que andei lendo estão bem ruins. Brasil é foda neh, tudo muito caro !

    Abraço !

  • 29. André  |  março 25, 2010 às 5:36 pm

    excelente review fabian,vou pegar FFXIII emprestado.

    ainda tenho Resonance of Fate p/pegar xD

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