Archive for junho, 2009
EA “não está pronta” para revelar Dead Space 2

Glen Schofield, chefe da Visceral Games contou ao VG247 que a EA “não está pronta” para revelar Dead Space 2.
“Nossos dois grandes games são Dead Space: Extraction e Dante’s Inferno. Nós não estamos prontos para revelar mais nenhum por enquanto.” Schofield disse, em entrevista por telefone ao VG247.
“Estamos realmente focados nesses dois games. Uma das razões por termos mudado o nome do estúdio [para Visceral] foi para “focarmos em qualidade”. Então agora o foco é trazer esses títulos com a mais alta qualidade. O estúdio está trabalhando duro nisso.
“Eu acho que falar sobre outro game agora seria tirar o foco dos nossos lançamentos mais próximos.”
Quando perguntado especificamente sobre quando veremos o anúncio de Dead Space 2, o PR da EA pulou fora com um “sem comentários.”
Visceral disse em Maio que estava trabalhando em dois títulos não anunciados quando jogou fora o nome de EA Redwood Shores.
É óbvio que um deles é Dead Space 2. Talvez seja cedo para apostar, mas um lançamento em 2010 seria bem legal.
Turn 10: “Forza III ficará ainda melhor”
Um dos produtores de Forza III postou hoje no conceituadíssimo fórum NeoGaf e garantiu que todas as imagens divulgadas são in-game e sem qualquer intervenção de photoshop ou qualquer outro recurso semelhante. Ele disse ainda que todos os vídeos divulgados até o momento são de uma versão de testes finalizada em Maio e que o jogo ficará ainda mais bonito.
” As imagens divulgadas até o momento são do modo de fotografias. Sou eu quem as tira. Acredite em mim eu não sei nada de photoshop e coisas do tipo. Outra, a versão que vocês viram rodando na E3 e em Le Mans são builds que fizemos focando em estabilidade em Maio. Isso quer dizer que o jogo já está melhor e ficará ainda mais bonito até o lançamento.”
Novas screens de Lost Planet 2

Aqui vai uma galeria com as mais novas imagens disponibilizadas de Lost Planet 2.
Parece que a Capcom decidiu trocar a neve do primeiro jogo por fogo no segundo, isso nos faz imaginar o que veremos no terceiro game da franquia.
O lançamento irá ocorrer no ano que vem para Xbox 360, PS3 e PC.
Aliens: Colonial Marines é adiado para 2010

O chefe da produtora Gearbox Randy Pitchford contou ao site Kotaku que Aliens: Colonial Marines continua sendo desenvolvido normalmente, mas que não irá chegar às lojas neste ano.
Era esperado o lançamento em 2009.
Em Fevereiro tudo ficou meio esquisito no mundo dos Aliens quando a Sega decidiu pôr na geladeira o RPG que a Obsidian estava desenvolvendo baseado na franquia.
Mas parece que as coisas não vão indo tão mal com o Aliens da Gearbox. Vamos torcer.
Max Payne 3 – MegaPreview (Game Informer)
Produtora: Rockstar Distribuidora: Rockstar/Take-Two Gênero: Ação / TPS
Lançamento: Início de 2010 Plataformas: Xbox 360 e Playstation 3
Por: Game Informer (traduzido por Fabian Kurayami e Fernando Landeira)
Quando a Remedy lançou Max Payne em 2001, espantou o mundo com uma jogo de tiroteios sólidos e divertidos, gráficos incríveis, efeitos de bullet-time e uma atmosfera melancólica e inédita para o gênero. A história do policial que perdeu tudo e sai em busca da vingança podia não ser das mais originais, mas o modo que a narrativa se desenrolava era fantástico o suficiente para marcar lugar na história. Dois anos depois a sequência aprimorou as bases do primeiro jogo, mas manteve todas as caracteristicas da série intocadas.
Em 2010 receberemos um novo Max Payne. Desta vez não será a Remedy, criadora da série, que está por trás do game. A Rockstar, de GTA e Bully, é quem assinará a produção que chocou o mundo ao revelar que troca a sombria Nova Iorque pelos labirintos das favelas paulistas. Descubra agora no Preview da Game Informer traduzido e ampliado pela HARDCORE GAMING se vale ou não apena aguardar por mais esta vingança!
Velhos demônios… Novos começos.
Como é perder tudo? A maioria de nós nunca saberá a resposta. Mas o que você faria se perdesse seu emprego, seu amor verdadeiro, sua sanidade, suas razões para viver? Max Payne sabe a resposta.
Max Payne 3 nos apresenta um homem muito diferente daquele belo personagem que conhecemos. Este novo Max é mais velho e duro, marcado com as cicatrizes de sua queda ao fundo do poço. Apesar dele ainda ser um homem de ação violenta, o mundo ao seu redor seguiu em frente, assim como ele.
O que um homem sem nada a perder faria para ter mais uma chance na boa vida? Essa questão será respondida na nova aventura épica da Rockstar.
A História Até Aqui
Max Payne 3 continua uma das sagas mais cheias de reviravoltas dos games. Se você não jogou os dois primeiros Max Payne e quer entender o que aconteceu rapidamente, aqui está uma sinopse de toda a história. Obviamente o texto está recheado de SPOILERS, então NÃO LEIA se você ainda quer jogar os dois primeiros Max – ambos estão disponíveis para download na Xbox Live.
ABAIXO SPOILERS DE MAX PAYNE 1 & 2
A história começa com uma tragédia. Max Payne, um policial de New York, retorna para casa e encontra sua família massacrada por alguns drogados que estão chapados com uma nova droga chamada Valkyr. Desesperado e faminto por vingança, Max se transfere para o DEA e eventualmente é colocado como policial infiltrado na familia mafiosa Punchinello que está pesadamente envolvida no tráfico de Valkyr.
Durante um encontro com o companheiro agente Alex Balder, Max se torna suspeito de assassinato quando Balder é morto por um assasino desconhecido. Seu disfarce nos Punchinellos é descoberto e Max decide fazer aquilo que ele sabe: atacar sozinho a família criminosa. O único problema é Mona Sax, uma eficiente assasina profisional contratada pelos mafiosos para acabar com Max. Mona droga Payne e o deixa para morrer nas mãos dos Punchinello´s.
A conspiração da Valkyr desce mais no buraco do que simplesmente a mafia. Através de uma série de eventos chocantes Max descobri que a corporação Aesir e sua linda CEO Nicole Horne desenvolveram a droga em conjunto com o exército norte-americano! O assasinato de sua esposa não foi uma coincidência e sim um trabalho pago que aconteceu após ela descobrir a conspiração Valkyr enquanto trabalhava na Promotoria da cidade. Após mais algumas traições Max entra em contato com o senadr Alfred Woden, líder de uma sociedade secreta chamado “Inner Circle”. Ele conta a Max que se ele der cabo de Nicole Horne ele será livrado de suas acusações. isso leva ao grand finale, um momento incrível no jogo que termina com Horne morta, Mona Sax aparentemente assassinada e Max livre.
Max Payne 2 acontece 2 anos após os eventos do primeiro game. de volta a polícia nova-iorquina, Max está investigando um grupo de serial killers chamados “the Cleaners“. um dia ele se encontra com Mona Sax, a assassina do primeiro game que ele acaba desenvolvendo fortes sentimentos. Mona é uma fugitiva, procurada pelo assasinato do Senador Gates um poderoso (e possivelmente corrupto) figurão de Washington. Max tenta ajudá-la mas ela é eventualmente presa. Subitamente um grupo de Cleaners atacam a estação de policia tentando matar Mona. Ela consegue escapar e se encontrar com Max na sua casa, onde os Cleaners atacam novamente. Após uma fuga, Max e Mona encontram-se com a parceira de Payne, Valerie Winterson que aponta a arma para Mona Sax. Acreditando nas afirmações de sua paixão de que Valeriue está lá apenas para matá-la, Max, chocantemente, atira e mata sua colega que ainda atira em Max antes de morrer. Mona Sax aproveita a oportunidade para fugir.
Prosseguindo no buraco do coelho da conspiração, Max descobre que os Cleaners trabalham para Vladmir Lem, um lider da mafia russa que também faz parte do misterioso Inner Circle. Após confrontar Lem, Max descobre que Mona foi contratada pela mafia russa para matá-lo. Durante a conversa Lem descobre que Max matou Winterson e atira nele em retribuição. Por sorte Mona chega a tempo de salvá-lo. Eles então fogem para a mansão de Woden para proteger Max de Lem.
No caminho Mona Sax tenta matar Max, mas acaba desistindo e se entregando aos sentimentos que tem por ele. Finalmente Lem chega e confronta Woden que é morto. Mona é baleada o que deixa Max só para perseguir Lem através da mansão em chamas, explodindo graças a explosivos plantados por LEm. O dramático fim vem quando Max mata Lem em um tocante momento enquanto mona Sax morre nos braços de Payne. Em uma intrigante reviravolta, entretanto, Mona Sax sobrevive em um dos FINAIS ALTERNATIVOS do jogo.
Como estes eventos serão interpretados por Max Payne 3 ainda é uma incógnita, mas dada ao histórico da série, esperamos ouvir alguns ecos do passado neste novo capítulo.
O Terceiro Ato
Se você quer saber o quanto mudou o mundo de Max Payne, tudo o que tem que fazer é olhar as imagens deste artigo que você está lendo. O homem careca e barbudo na capa tem poucas semelhanças com o protagonista dos dois games anteriores da franquia. Ele envelheceu consideravalmente após os eventos de Max Payne 2, tanto que se não fosse o título não reconheceríamos Max de jeito nenhum.
Claramente a Rockstar Games, que está desenvolvendo um game da franquia pela primeira vez desde que comprou os direitos da Remedy, criadora da série, não se sente insegura ao trazer mudanças à franquia.
“É uma coisa traiçoeira, porque nós estamos trabalhando pela primeira vez na franquia já em seu terceiro título,” comenta o diretor de arte da Rockstar, Rob Nelson. “Você precisa manter os elementos clássicos da série que as pessoas se lembram, mas você também precisa evoluir. Nós não somos a Remedy, mas nós temos muito respeito pelo que eles fizeram.
Nós definitivamente estamos olhando para trás e tentando manter cada elemento que causou furor nas pessoas oito ou nove anos atrás e fazer eles terem o mesmo impacto agora.”
É um balanceamento muito difícil. Como você cria um game que respeita a história da franquia e ao mesmo tempo cria um mundo que parece novo para os gamers em 2009?
“Nós estamos acostumados a trabalhar com franquias que as pessoas esperam muito e isso traz uma pressão gigantesca ao nosso trabalho,” diz Nelson. “Nós aprendemos a confiar em nossos instintos… nós queremos nos desafiar.”
No quartel-general da Rockstar em New York, nós demos uma olhada exclusiva no game em ação. Se você esperava uma sequência óbvia, prepare-se para surpresas. O terceiro capítulo da saga de Max Payne leva o herói até onde ele nunca esteve, enquanto melhora ainda mais a ação que criou a sua reputação. Como a maioria dos games da Rockstar, é um game feito com muita atenção e amor.
Selva urbana
Mais do que qualquer outra distribuidora, games da Rockstar dependem de senso real e cultural. Seja a densa metrópolis de Liberty City, o nostálgico campus de Bully ou o árido deserto do vindouro Red Dead Redemption, os personagens principais dos games da Rockstar refletem o padrão do ambiente. A companhia é conhecida por criar mundos tão imersivos e complexos que parecem ser a terra natal dos produtores – e isso é realmente excitante.
A escura Nova Iorque e o clima noir que marcaram os dois primeiros games da franquia inspiraram muitos filmes e a narrativa séria com muito drama é rara até mesmo nos dias de hoje. No entanto, o time da Rockstar de Vancouver está agarrando um padrão criminoso mais contemporâneo: São Paulo, Brasil, uma megalópolis da América Latina com mais de mais de 20 milhões de habitantes.
“Se você assistir Cidade de Deus e Tropa de Elite verá situações realmente intensas acontecendo como se fossem parte de uma rotina,” diz o VP de desenvolvimento da Rockstar, Jeronimo Barrera.
Os guetos de São Paulo, conhecidos como favelas no português nativo, estão entre os mais perigosos do mundo. Além do tráfico de drogas, uma das gangues mais notórias da cidade, o Primeiro Comando da Capital, controla vastas áreas da cidade e já praticou diversas fugas de prisões em larga escala, muitos assaltos e sequestros de pessoas importantes desde sua formação em 1993. Combine a força policial corrupta da cidade com a estatística de que 1 em cada 75 cidadãos tem porte ilegal de armas que você entenderá que a maior causa da mortalidade juvenil da cidade é o assassinato.
São Paulo demonstra todos os extremos da condição humana, criando um cenário perfeito para uma história de crime, violência e redenção. “São Paulo tem mais heliportos do que qualquer cidade no mundo. Para os ricos, é mais seguro viajar pelo ar. Existe muita segurança privada.”
Como sempre, a Rockstar investiu muito pesquisando em São Paulo. Mais de 10 funcionários viajaram até a cidade para tirar fotos, obter informações e entrar no “clima” da cidade. Eles até levaram equipamentos para scanear em 3D o local à fim de garantir autenticidade nos modelos dos inimigos e pedestres.
“Nós escaneamos centenas de pessoas. Nós contratamos uma equipe de São Paulo. Nós falamos para eles o que nós queríamos e eles nos deram centenas de imagens. Teremos até o vestuário característico da cidade no game.”
Para Barrera, toda essa atenção separa os games da Rockstar dos games da concorrência. “É tudo real”, ele diz. “É sobre trazer todos esses elementos juntos – a tecnologia, a pesquisa, a história. É por isso que nossos games parecem tão certos. Há uma legitimidade quando você trabalha com pessoas nas favelas e você está lá fazendo a pesquisa.”
Um novo tipo de Noir
Isso levanta a questão: O que Max Payne, o cansado detetivo nova-iorquino, está fazendo em Sao Paulo? Como em todo bom noir, a verdade não é facilmente discernível. A Rockstar é fechada no que diz respeito a soltar spoilers, mas isso é o que sabemos:
Assombrado pelos tragicos eventos de Max Payne 2, nosso herói cai em desgraça. Alcoolismo e vício em analgésicos (vício que ele ainda combate, já que percebemos algo no HUD da versão que jogamos que pode afetar o gameplay) o reduziram a um homem quebrado. Despedido da NYPD, Payne passou os últimos 12 anos de sua vida em uma assustadora espiral descendente. Falando sobre o jogo a Rockstar se refere a este período como os “anos perdidos” de Max. Se o game vai ou não revelar o que aconteceu neste tempo ainda é desconhecido, mas está claro que este período foi um grande fardo fisico e mental ao personagem.
“Fundo do poço” é o que os alcóolatras chamam o ponto em que sua vida não pode ficar pior. E Max atinge o fundo em São Paulo, uma cidade que ele se mudou para tentar escapar dos demônios de sua vida em New York. Na cidade, Max passa a trabalhar na “segurância privada” para uma das família mais ricas da cidade. No emprego ele acaba sugado para o submundo de São Paulo e acaba envolvido em uma série de eventos que podem custar a unica coisa que lhe resta: sua vida.
No começo é estranho ver este novo Max, pesadamente musculoso, barbudo e careca, atravessando os labirinticos becos de São Paulo. È certamente um mundo de distancia das ruas orvalhadas de New York. Ainda assim, o time da Rockstar sentem que o ambiente do jogo ainda é fiel aos tons noir que ajudaram a tornar os primeiros jogos tão memoráveis.
“Algumas pessoas dizem, ‘ Max é um jogo noir e tem que ser preto e branco e em NY’ mas noir é um estilo e não um lugar ou um esquema de cores. Noir não é necessariamente saxofones e grandes sombras. É olhar o mundo de modo sem esperanças. É isto que estamos fazendo. È mais contemporâneo”
Já que Max está mais velho, a equipe decidiu não usar a voz do ator James McCaffrey novamente. Eles pretendem conseguir um ator que consiga demosntrar o que os anos fizeram ao protagonista. A Rockstar garante que os monólogos de Max são vistos pelo time como parte da franquia e estarão de volta no terceiro episódio.
Para a Rockstar este novo cenário transmite muito da obscuridade da franquia mas em um novo e fresco ambiente.
“Todos os temas de Max Payne se manterão intactos – manipulação, traição e todas aquelas coisas que realmente fizeram Max Payne. Haverão fases á noite na chuva? Provavelmente. Mas nível após nivel isso se tornava velho e pensamos que seria interessante colocálo neste cenário. Você tem os muito ricos vivendo proximo aos muito pobres e isto cria muitas tensões”, diz um dos produtores do game.
Mais importante, a variedade e densidade de São Paulo torna o ambiente perfeito para a jogabilidade com armas. Assistir Max correr por uma favela com inimigos aparecendo de cada beco ou laje, torna claro que os levels fornecem as intrigas e os detalhes necessáriuos para os fantásticos tiroteios da série.
Nelson Barrera, produtor de Max Payne 3, elogia a compelexidade das favelas, mas deixa claro que elas não serão o único cenário do jogo.
“Nós queremos muita variedade. Todas as localidades interessantes que acharmos em São paulo serão usadas.”
A Trilha da Arma
Qualquer que seja o cenário, a essência da experiência de Max Payne é os combates marcantes, regados a emocionantes tiroteios em camera lenta. De fato a mecânica do Bullet Time é tão bem executada e bem sucedida nos primeiros jogos que a mecânica foi imitada por vários jogos do gênero nos últimos 8 anos. O desafio é complexo: Como o Bullet Time pode evoluir sem perder aquilo que o faz tão divertido? A Rockstar Vancouver planeja resolver este problema do único modo que sabe: um comprometimento quase obssessivo de fazer com que a jogabilidade de Max Payne 3 pareça e sinta exatamente perfeita.
“Nós teremos Bullet Time porque é Max Payne”, diz Barrera. “A maior questão é que como existem muitos clones que tem BT, como faremos Max voltar ao trono? Para nós é uma combinação de coisas. Teremos Bullet Time, então isso tornará as coisas lentas. Agora você vai ver todos os epquenos nuances que essas máquinas podem fazer”
O time está usando a engine RAGE combinada com a tecnologia de animação Euphoria que foram utilizadas com sucesso em GTA IV. Combinado captura de movimentos com as animações procedurais da Euphoria, a Rockstar criou um jogo que parece assustadoramente realista. Enquanto você assiste o game, a atenção aos detalhes é notável. Se Max pula sobre uma caixa (que é completamente destrutível como muitos dos elementos do jogo), você verá sua mão abaixando-se para suportar o peso para que ele possa saltá-la. Quando ele aterrissa você sentirá o novo peso de Max. O sistema de animação é claramente importante para o time. Durante as entrevistas, Rob Nelson estava de pé, imitando saltos para esquerda e direita com duas pistolas imaginárias e a certo ponto agaichado atrás do sofá para demosntrar o novo sistema de cobertura.
Sim, Max Payne 3 tem um sistema de cobertura, mas a Rockstar é rápida para apontar que esta é meramente uma outra opção para os jogadores e não o foco do novo jogo. Max também pode pegar reféns e usá-los como escudo humano, da mesma forma que Gears of War 2.
“Pegamos os elementos tradicionais de Max e os expandimos para que o game seja um balé de armas, ou ‘gun-fu’, como você quiser chamar. Temos cobertura mas o jogador não precisa usá-la. Ele pode passar pelos levels de varios modos. A inteligência artificial tem scripts para determinar eventos mas ela também tem seu próprio cérebro e tornará as coisas um pouco diferentes cada vez que você jogar”, diz Barrera.
A Rockstar também está usando a camera lenta de modos novos como no batizado “Bullet time de ambiente”. basicamente estes eventos são similares aos “Quick-Time events” que muitos jogos usam mas com uma diferença; o jogador tem controle absoluto todo o tempo e pode usar o tempo lento para realizar manobras que seriam difíceis demais na velocidade normal. Um exemnplo revelado pela Rockstar ocorre na favela. Após saltar sobre uma pequena parede Max escorrega por um telhado, artisticamente abatendo inimigos em ambos os lados enquanto desce. Apesar da Rockstar garantir que o jogo continua focado no tiroteio, Barrera indicou que há mais surpresas guardadas para os jogadores.
Juntando as peças
Embora ainda haja muito que nós não sabemos sobre o game, vê-lo em ação nos deixou esperançosos de que o produto final irá honrar as origens da série. Neste game design em particular, a RAGE engine é capaz de reproduzir uma imensa quantidade de detalhes. Ver Max caminhando em becos característicos da cidade deixou claro que São Paulo era o único lugar que a Rockstar poderia escolher para esse novo capítulo da saga. Os prédios estão decadentes de várias maneiras. Nós observamos construções de tijolos quebrados colados com alumínio enferrujado e madeira podre. As estruturas precárias contém inúmeros lugares para se esconder e os inimigos podem sair de qualquer lugar. Max tem a habilidade de escalar paredes, o que permite ao jogador tomar rotas alternativas, como foi feito em outro jogo da Rockstar Vancouver, The Warriors.
Nosso herói despacha os inimigos com mergulhos em slow-motion e você percebe detalhes como a chuva de cascos de balas ejetando e o movimento que a arma faz à cada disparo é magnífico. Em momentos chave o jogo entra no modo “Bullet Cam”, onde você acompanha o trajeto da bala até ela acertar o inimigo.
Após um mergulho o game se mostra ainda mais realista no chão. Ao invés de ficar de pé magicamente, você pode atirar com uma mão enquanto se levanta com a outra. Essa habilidade de atirar no chão poderá salvar sua vida em muitos casos. Você pode reviver quando acertar um tiro com a tela ficando preta indicando que você está perto da morte. Se o seu último tiro acertar o seu assassino você irá receber um aumento de adrenalina para sobreviver.
Enquanto são esses pequenos detalhes que dão um senso de realismo, as forças de Max Payne 3 ainda vem daquilo que fez sucesso nos dois primeiros jogos de sucesso. É um jogo focado principalmente em tiroteios. Por enquanto, parece que esse elemento crucial beira a perfeição.
“O primeiro passo foi fazer os tiros e as reações serem divertidas,” diz Barrera. “Nós trabalhamos para tornar a mecânica de jogo sólida desde o primeiro dia de desenvolvimento. Ninguém quer um jogo que não é divertido. Até os tiros precisam ser legais, acertando o alvo ou não. Max se comunica com o mundo através de suas armas, então você será capaz de ter as reações mais malucas. Você quer se sentir realmente no mundo do jogo. Se um inimigo está fugindo e você atira no pé dele você vai esperar a reação óbvia. Se você está atirando com uma metralhadora, você vai esperar que o inimigo fique cheio de furos e trema.”
De várias maneiras, Max Payne 3 é o tipo de game que se aproxima muito do estilo da Rockstar. Combinando ação ultra violenta com temas sombrios e reais, os desenvolvedores esperam fazer um jogo parecido com os filmes que inspiram a produtora. Apesar de estar fora de ação há alguns anos, Max Payne ainda faz parte da visão de jogo da Rockstar. Além da nova aparência de Max e a localidade exótica, Barrera espera que o game seja dramático e original.
“É parte da evolução,” ele observa. Na memória de muita gente, Max Payne, quando foi lançado, era aquilo mais próximo de arte nos games. Era tecnicamente impressionante e muito divertido. A história era incrível e a apresentação estava muito acima de qualquer outro jogo na época. Então nós temos que trabalhar nesses elementos básicos. Mas Max já passou por isso. Este é um novo ambiente e uma nova fase da vida dele.”
HCG HYPE-o-METER
85%
( Empolgados )
Final Fantasy XIII – Mais imagens
Final Fantasy XIII parece incrível, isso todos sabem. Mas a Square faz questão de lembrar o público lançando novas imagens praticamente toda semana.
As novas mostram que a personagem Vanille será jogável “no mundo de jogo” e não apenas nas batalhas.
Final Fantasy XIII sai para Playstation 3 e Xbox 360 entre Março e Maio de 2010.
Need for Speed Shift – Preview

Produtora: Slightly Mad Studios Distribuidora: Electronic Arts
Lançamento: 22/09/2009 Plataformas: X360/PS3/PC
Gênero: Corrida Por: Breno Garcia
A série que surgiu no início dos anos 90, com o nome Road & Track Presents: The Need for Speed, está de volta e agora com uma nova promessa batizada de Need for Speed Shift. Shift promete mudar a visão do jogo de arcade para a simulação, respirando novos ares a EA espera que a série volte a ter o brilho que a tornou famosa no passado.
Algum tempo atrás, com NFS Pro Street, a Eletronic Arts tentou usar a mesma fórmula para “ressucitar” a série, porém o game não foi muito bem recebido pela crítica e tão pouco pelos fãs. Agora com o mesmo objetivo e a mesma proposta, a empresa espera acertar , mas desta vez com uma grande e importante diferença: o jogo antes na mãos da canadense EA Black Box, passa a ficar na responsabilidade da Slightly Mad Studios (estúdio que trabalhou em GTR). Será que dessa vez a série irá retomar ao pódium? É o que tentaremos prever agora.
Os carros

Como de praxe o novo game contará com 65 carros de diversas marcas, tais como BMW, AUDI, Honda, Nissan, Mitsubishi, entre outras, e tendo a linda BMW M3 GT2 como capa do jogo. Apesar de não serem muitos carros, finalmente teremos a visão de cockpit (será detalhada mais abaixo), e um design de carros impecável, sem sombra de dúvida o melhor detalhamento de carros de toda a série. Não ficando sem os danos, é claro, que pelo visto até o momento estão fracos mas prometem melhorar até o jogo ser concluído. É possível que os danos tenham uma grande influência na dirigibilidade do carro, assim como ocorre no irmão “GRID”.
Porém esqueçam dos tunnings mirabolantes que eram feitos nos jogos anteriores da série, por exemplo os neons. Agora com uma cara mais séria, esperem por tunnings mais inteligentes e com o objetivo de melhorar o carro quanto ao seu desempenho e não só caprichando no visual.
Apesar da EA não gostar da comparações a modelagem dos carros é bem parecida ao game da Codemasters “GRID”, que conta com alguns carros que também estarão presentes em NFS: Shift.
Novidades

Uma das principais novidades do jogo é a mudança climática durante as corridas e o horário em que essas mudanças ocorrem. Devemos esperar algo bem inesperado e que irá refletir na sua estratégia de jogo. É claro que uma pista molhada é mais perigosa que uma pista seca.
Teremos também um novo tipo de recompensa, dependendo do seu desempenho na corrida e sua colocação você ganhará pontos no seu perfil de condutor e poderá usar esses pontos para comprar novos carros e aprimorar as suas habilidades no volante.
Visão de jogo

Uma das grandes atrações em destaque é a nova câmera, que situa-se no cockpit e promete trazer maior realismo tanto fisicamente quanto esteticamente (com um grande detalhamento do painel do carro). Segundo a própria produtora teremos informações reais no painel, tais como velocidade, distância percorrida, estado do carro, entre outras.
Além disso quando batemos o carro a visão do condutor é prejudicada e fica alguns segundos embaçada, podemos notar até alguns gemidos do condutor ao bater o carro, apesar destes não serem muito convincentes . A câmera do cockpit será diretamente afetada pela força G lateral. E deve piorar as condições e a visão do condutor. Ainda teremos as câmeras tradicionais, também com o dedo da Slightly Mad Studios, para termos também uma boa simulação fora do carro.
As pistas

O game contará com 18 pistas no total. Não é um grande número de circuitos, mas esperamos várias formas de chegar ao ponto de chegada. As mesmas não ficam de fora do grande detalhamento do jogo, nitidamente lembrando grandes jogos como o citado anteriormente “GRID”, e outro que também surpreendeu no seu lançamento “PGR4”, entre outros grandes títulos de corrida.
A vegetação dos circuitos impressiona, com grandes eucaliptos e outras árvores beirando a pista. Temos também espectadores animados por detrás das barreiras de proteção. É bom ver que a iluminação não foi esquecida, como temos edifícios em algumas pistas a iluminação no jogo é constantemente alterada tendo em vista todos esses fatores.
Conclusão

Totalmente diferente dos outros, NFS Shift é tratado como um reinicio para a série, não espere ver um mundo aberto e nem um personagem que busca dominar um território e fazer seu nome, Shift muda a história e usa o nome Need For Speed para “ajudar” no recomeço da série. O jogo sai em setembro nos consoles de última geração e nos PCs.
Tenha como certa uma análise nossa e vamos torcer para vermos uma nota bem positiva.
HCG HYPE-o-METER
80%
(Muito Curiosos)
Max Payne 3 – Veja os scans em alta definição!
Os scans em alta definição da Game Informer cairam na rede. Podemos ver claramente as imagens do novo max Payne que realmente está impressionante e capturou com perfeição as favelas paulistas.
Na matéria o diretor do jogo confirmou que a grande inspiração do título foram os incríveis filmes brasileiros Cidade de Deus e Tropa de Elite. Além disso diz que a Rockstar fez uma extensa pesquisa e 10 designers estiveram no Brasil por um longo tempo.
Ainda este final de semana traduzirei TODO o preview da Game Informer.
Fiquem de olho.
Prototype – Review

Produtora: Radical Entertainment Distribuidora: Activision Gênero: Ação / Sandbox
Plataforma: PC/X360/PS3 Analista: Fernando Landeira
A Radical Entertainment ficou conhecida por jogos em mundo aberto de sucesso mediano na geração passada, como Scarface: The World is Yours e The Incredible Hulk: Ultimate Destruction. Prototype é de fato o projeto mais ambicioso do estúdio. É um título que vem sendo esperado há bastante tempo por nós e graças aos muitos trailers disponibilizados do jogo a qualidade do mesmo tornou-se indiscutível para muitos. Será que no final das contas é um jogo que merece uma oportunidade? Em uma palavra: Sim.
Legítimo anti-herói

Você é Alex Mercer, um homem que não tem memórias de seu passado e por incrível que pareça não faz idéia de onde vieram seus estranhos poderes, que tornam o personagem um dos mais poderosos que você irá controlar. O que fica evidente é que tem muita gente atrás de você e se render não é uma escolha muito aceitável quando se pode fazer de tudo, ou quase.
Alex não demora para descobrir que pode consumir qualquer ser vivo e tomar a sua forma física e só isso já é o suficiente para se infiltrar em qualquer lugar e permanecer intacto. Você pode por exemplo se passar pelo comandante de uma base de operações do exército e ter liberdade total para entrar e sair do local. E o mais legal é que os soldados irão cumprimentá-lo “Bom dia senhor” ou então puxar um pouco o seu saco “É uma honra senhor”. Tudo para você se sentir totalmente indetectável, isso até soar algum alarme ou você fazer alguma besteira sem querer.
Logicamente nosso protagonista quer entender o que ele é e porque está sendo perseguido e para isso vai usar de quaisquer meios necessários. Em meio à essa situação, a cidade de Nova Iorque está cada vez mais infectada por um vírus desconhecido que transforma às pessoas em criaturas grotescas. Para combater essa ameaça foi chamada uma unidade especial chamada Blackwatch e pra variar os caras vieram te trazer uma grande dor de cabeça.
Alex nunca está de bom humor e não pretende medir esforços para arrancar a verdade daqueles que conhecem o seu passado. Além disso, ele resolve não tomar partido na briga entre militares e infectados, hora colaborando com uns e hora colaborando com outros.
Geneticamente intrigante

Pessoalmente acho que esse é um dos melhores enredos do ano até agora. É sério, fazia tempo que eu não jogava somente para revelar um mistério e isso realmente é um prazer à parte já que a jogabilidade é ótima, mas vamos falar mais um pouco sobre a história. Cada ser absorvido por Alex concede ao protagonista todas as suas memórias e nesse processo o jogador assiste à uma pequena cutscene que mostra um pouco do papel daquele ser vivo no mundo do jogo.
Cada memória ajuda a formar um quebra-cabeças que no final conta a história do protagonista e abre o jogo deixando tudo mais claro. O sistema foi batizado de Web of Intrigue. Apesar de ser uma idéia um tanto quanto simples, segura o seu interesse pelo enredo de forma assombrosa. A Web of Intrigue foi uma ótima sacada para rever momentos chaves da história.
Basta pausar o game e escolher a opção no menu que você tem acesso a todas às memórias absorvidas que tem alguma relevância para a trama. São realmente muitos alvos da WOI e a grande maioria está espalhada em pontos indeterminados do mapa. Basta voar um pouco por aí que logo você encontra um ícone no seu radar e é só absorver a peça rara que você tem acesso às cobiçadas informações.
Navegação perfeita

É impossível não comparar com games de super-heróis, embora Prototype seja uma história original. Vamos falar sobre um outro personagem que pula de uma altura soberba só para descobrir que não sabe voar. É o Homem-Aranha mesmo. Prototype tem várias semelhanças com a última aventura nos games do aracnídeo, mas ignorando o fato da infecção em New York a maior delas é a navegação pelo cenário. Só não se enganem, Alex tem alguns truques únicos que fazem a diferença e tornam a experiência muito mais agradável. Um desses áses da manga é o movimento conhecido como Glide, que permite ao personagem planar quando não está com os pés no chão.
O mapa do jogo foi bem arquitetado e você não se perde em momento algum. Seu personagem se move em uma velocidade muito acima dos outros quando recebe os devidos upgrades. Além disso seus pulos vão lembrar de outro jogo da Radical Entertainment, chamado Hulk Ultimate Destruction. E lá vamos nós compararmos com heróis famosos novamente. Assim como nos games do gigante esmeralda, em Prototype você pode se jogar de qualquer altura e carregar seus pulos em pleno ar. O que é uma mão na roda tanto para alcançar um coletável quanto para fugir do cáos das ruas lotadas de inimigos.
Explorar o cenário é prazeroso e você possui várias opções interessantes de locomoção, o que permite uma olhada mais do que decente em qualquer canto da cidade. Antes que perguntem, você não pode nadar, assim como no já comentado game do Hulk, o personagem pula da água ao cair nela. É triste fazer tanta coisa legal e não conseguir dar um simples mergulho, porém é um sistema infinitamente melhor do que morrer instantaneamente ao se molhar.
Quase tão divertido quanto desafiador

Ou menos do que quase, já que os militares não te deixam respirar quando estão em seu encalço e tem precisão formidável mesmo quando tem em mãos armamento pesado. Essa falta de piedade que o mundo do jogo tem com o jogador é compreensível já que como eu disse anteriormente, o protagonista é um dos mais apelões de todos os tempos. Porém, você irá se irritar quando seu tanque de guerra ou helicóptero for destruído em um piscar de olhos por mísseis que vem de lugares misteriosos.
Em meio à explosões e multidões de infectados ou militares você verá que a destruição se faz presente em todos os momentos. Vale destacar que o framerate aguenta o tranco e você não verá nenhuma travadinha mesmo quanto houverem vários helicópteros e tanques se movimentando ao mesmo tempo junto de centenas de civís e uma batalha entre alguns tipos de militares e infectados estiver ocorrendo, isso tudo enquanto os carros explodem.
Basta ficar parado alguns segundos para arrancarem o seu couro em um piscar de olhos. Para recuperar vida você deve se esconder ou absorver algum ser vivo, quanto mais forte mais energia fornece. Porém você deve se alimentar em um lugar tranquilo, comer no meio da guerra urbana pode causar gases, ou pior, você pode morrer enquanto mastiga.
O combate é realmente divertido. Os comandos são rápidos e você tem diversas opções de ataques e abordagens por qualquer posição. Existe um grande número de combos e habilidades para serem utilizadas sem pena tanto no ar quanto em terra. Sempre que você resolver trocar de poder a câmera ficará mais lenta permitindo uma escolha menos desesperada. Característica muito bem vinda considerando a guerra ao seu redor.
Como em todo sandbox que se preze, para evitar o tédio foram introduzidos alguns tipos de side missions. Todos eles testam suas habilidades e dependendo de sua performance você recebe uma quantidade de Evolution Points equivalente à medalha que você ganhar. Falaremos sobre os EP mais abaixo. Existe um número razoável de missões secundárias e as que você habilita perto do final do jogo são um desafio e tanto.
Muitos poderes e absolutamente nenhuma responsabilidade

Seria um spoiler enorme dizer aqui o que exatamente é Alex Mercer, mas posso dizer com a consciência tranquila de que ele não é nem um pouco humano. E isso reflete na maneira de pensar do personagem e consequentemente em suas ações. Alex irá consumir qualquer ser vivo que estiver em seu caminho sem remorso algum e você irá querer fazer isso as vezes sem razão aparente, apenas por diversão, ou talvez para reaver um pouco de sua vida.
O jogo é brutal. Qualquer combate vai terminar em uma baita carnificína. Alex pode bater, cortar, atirar, explodir, atropelar, jogar e usar qualquer arma usada pelo inimigo. A mecânica de combate é interessante à ponto de permitir à você jogar os militares uns contra os outros. Basta você tomar o lugar de um deles e apontar para outro gritando “É ele! Atirem!”. É lógico que o acusado tentará se proteger “Sou eu bro, não atire!”. O que vem a seguir é uma saravada de tiros e as vozes “Ué? Não era ele?”. Muito conveniente.
A maioria dos seus poderes podem ser comprados pelo menu de upgrades. Para conseguir os valiosos Evolution Points você deve fazer qualquer coisa de valor no jogo. O simples ato de matar um inimigo lhe fornecer uma quantidade justa de EP. É claro que o lhe dá mais pontos são as missões principais, que também habilitam novos upgrades e eventos pela cidade.
Existem habilidades defensivas também, como o escudo e a armadura. A armadura apesar de te deixar muito mais resistente tem uma pequena desvantagem, deixa você mais lento, então escolha bem o momento de usar ou vai querer esquivar rolando de um míssil e não irá conseguir. Também existem dois tipos de visões especiais. A primeira é a clássica night vision e a segunda é mais característica, chamada de infected vision, que permite à você localizar os dito cujos.
Fim da linha

Enfim chega a hora de criticar. Pensou que o jogo era perfeito? Não é bem assim, algumas escolhas infelizes de design e falta de competência em alguns aspectos técnicos sacrificaram parte da experiência, principalmente à longo prazo. No início é tudo uma maravilha, mas à medida que você joga mais erros encontra.
A dublagem é apenas mediana e em alguns momentos a produção não se preocupou nem um pouco em deixar a cena verdadeiramente dramática. Durante o jogo Alex não mexerá sua boca enquanto estiver falando, ele só se preocupará com isso durante as cutscenes. O dublador do protagonista pelo menos fala como alguém muito aborrecido, reproduzindo fielmente o perfil de nosso herói.
Alguns outros erros gráficos marcam presença em momentos chave e merecem destaque. No geral, o jogo não é bonito para os padrões atuais, mas para um sandbox está aceitável. Embora existam algumas texturas em baixíssima resolução.
Não é raro ver (ou não ver, nesse caso) helicópteros simplesmente sumirem no ar assim que você sai deles. Ou seja, se pensa em sair de seu helicóptero em pleno ar não pense em voltar para a mesma aeronave porque ela simplesmente pode não estar mais lá.
Mesmo com problemas que apontam para a falta de acabamento, que é comum e imperdoável hoje em dia, Prototype é um ótimo game para aqueles que gostam de desafios em mundo aberto e com uma trama adulta que transborda seriedade. Se os aspectos técnicos não forem impressionantes o bastante para chamar sua atenção quem sabe uma história cheia de reviravoltas faça valer o seu precioso tempo?
Mais & Menos
+ Muitos upgrades e poderes disponíveis
+ Framerate sólido independente do que estiver acontecendo
+ Enredo interessante do início ao fim
- Gráficos abaixo da média
- Faltou acabamento em alguns aspectos
Notas
Apresentação: 9,0
Gráficos: 7,0
Som: 8,0
Jogabilidade: 8,5
Diversão: 9,0 (x2)
Média: 8,4
Forza III – Novas imagens são verdadeiro pornô automobilistico
Se você é um apaixonado por carros eu não me impressionaria (muito) se você ficasse excitado com estas telas.
A Turn 10 e a Microsoft divulgou hoje novas imagens de Forza III, estas focando a 24 Horas de Le Mans, tradicionalíssima prova européia que acontece na França anualmente com modelos de altíssimo rendimento (alguns beiram os 400 km/h!).
Não dá para ficra muito melhor que isto.
Sai em Outubro exclusivamente para Xbox 360.



















































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