Silent Hill: Homecoming – Review
Produtora: Double Helix Distribuidora: Konami
Plataforma: Xbox 360/Playstation 3 Gênero: Ação/Terror Analista: Fabian Kurayami
Em 1999 a Konami lançou sua resposta á Resident Evil, sucesso da rival Capcom. O jogo chamava-se Silent Hill. Apesar de ter sido criado para combater a franquia de zumbis, o jogo apostou na originalidade e o time liderado pelo talentoso Keiichiro Toyama (Silent Hill 1 e 2, Siren) criou um universo perturbador e surrealista. O roteiro complexo e a bela trilha de Akira Yamaoka combinavam-se a um ritmo lento e psicologicamente esmagador.
As duas primeiras sequências (Silent Hill 2 e 3) repetiram a qualidade e mantiveram a franquia em ponto de destaque na indústria, mas os medianos SIlent Hill 4: The Room e Silent Hill: Origins aumentaram as desconfianças sobre o futuro da série. Agora chega Silent Hill: Homecoming. Produzido longe dos braços da KOnami, longe do Japão e com mais um subtítulo… Será que o jogo se afasta de suas raízes ou volta definitivamente para casa?
Roteiro… complexo?
Fato: Fãs de Silent Hill esperam um história complexa, imprevisível e perturbadora.
Sendo bastante direto: Homecoming tem a mais fraca, óbvia e leve narrativa de toda a série. Os personagens também são rasos e artificiais, não possuindo motivos críveis que os levem a agir, tornando tudo um exercício puro e simples de fanatismo religioso e psicopatia.
O roteiro do jogo trata de Alex Shepard um jovem que acorda em um hospital psiquiátrico. Logo Shepard está de volta a sua cidade e descobre que seu irmão e seu pai estão desaparecidos e que muita coisa mudou por ali. O grande problema é que se vocÊ tem um grau mínimo de atenção, nesta volta para casa, que ocorre com 1 ou 2 horas de jogo, você desvendará COMPLETAMENTE o “mistério” do jogo e seu desfecho. Não, é sério, não precisa ser nenhum gênio ou especialista em roteiros. Basta um conhecimento razoável da série e algumas gotinhas de cultura em cinema de horror e voilé, vocÊ saberá exatamente como a trama se desenrolará.
Se a previsibilidade não fosse frustrante o bastante, Homecoming tempera tudo com um elenco aguado de personagens. O seu interesse romântico, Elle, é tão carismática quanto a Sandy. E os vilões possuem motivações profundas e complexas como um inimigo do He-Man… É difícil ser absolvido por um jogo como este, onde a história é fundamental, quando não se dá a mínima para os personagens.
Outro problema é o tom da história. Esqueça as narrativas poéticas de Silent 2 e 3. Enquanto estes episódios possuiam cutscenes cheias de significado e carregadas da narrativa asiática, naturalmente mais lenta e contemplativa, Homecoming se entrega á uma forma simples de contar a história. È como se um filme fosse dirigido pelo filósofo das câmeras Hirokazu Kore Edo (Maborosi, Nobody Knows) e depois fosse refeito pelo McG (As Panteras, We Are Marshall).
A troca de time de produção é perceptível. Sai a deviação japonesa, entra linguagem fácil norte-americana. Enquanto os episódios anteriores chocavam pela antecipação, pelo mistério, pelo temor da próxima porta ou da próxima revelação avassaladora, Homecoming escancara os inimigos que se estapeiam pelos corredores como um jogo de ação. Mais constrangedor é o apelo para os sustos fáceis (e que não pegam mais ninguém o que é ainda pior…) e para a violência como forma de tentar ser aterrorizante. Esquecem que o Silent Hill original deixou uma importante lição… É possível assustar com bonecos quadrados e sem expressão.
Todos os Silent Hill anteriores foram escritos por Hiroyuki Owaku e após finalizar Homecoming tenho apenas uma coisa a dizer: Tragam ele de volta!
Visuais… rebuscados?
Lembro-me bem da minha cara de espanto quando entrei na prisão de Silent Hill 2, no parque de diversões do terceiro jogo ou observei a porta do apartamento de Henry em The Room… Havia uma amalgama visual entre ténica e arte espantosas. A direção artistica de Silent Hill era detalhista e criava simbolismos á torto e a direita, desafiando o jogador a admirar os cenários enquanto se preocupava com o que aconteceria ao abrir a próxima porta.
A impressão da arte de Homecoming é a emulação. Nitidamente se inspirou em Silent Hill 2. A paleta de cores, a arquitetura da casa de Alex… Tudo remete ao clássico da geração passada. Infelizmente Silent Hill 2 era apenas um embrião do estilo artistico que Masahiro Ito viria a adotar na sequência. Ito alegou que os visuais de Silent Hill 2 eram lisos por limitações da engine. Homecoming tenta atingir aqueles resultados, mas falta originalidade.
Em Homecoming temos visuais simples e sem inspiração. Os gráficos não são ruins, mas não há identidade nos ambientes. è tudo genérico, do parque de diversão aos esgotos. A coisa melhora um pouco nas versões sombrias dos cenários. Há uma lindíssima animação de transição mas não espere nada no nível dos perturbadores cenários orgânicos do terceiro episódio.
Os modelos dos personagens também são decepcionantes. As roupas não possuem relevos e as texturas de peles conseguem ser menos detalhistas que as usadas nos dois últimos episódios de PS2. Reparem na Juíza Holloway e logo vocês perceberão que a mulher, que já é uma senhora de seus 50 anos, parece irmã de Elle graças a uma modelagem pobre e uma texturização decadente. Os caras da Double Helix se saem bem melhor com os personagens masculinos. Alex é muito bem feito e tem ótimas expressões faciais. O mesmo vale para Weelie, o policial, que impressiona bastante. Infelizmente mesmo eles sofrem de animações labiais estranhas.
Ao menos a iluminação do jogo é sensacional. As sombras são belíssimas e a luz incide nos personagens de modo realista tonalizando-os das tonalidades do ambiente com realismo e perfeição.
O mesmo vale para o deisgn dos monstros e, em especial, dos chefes. Todos são incriveis e são o ponto alto da apresentação gráfica do jogo.
Todos os Silent Hill anteriores tiveram sua arte criada por Masahiro Ito e após finalizar Homecoming tenho apenas uma coisa a dizer: Tragam ele de volta!
O Som do terror
Silent Hill sempre se destacou mais pelo som do que pelos gráficos e isso aocntece novamente neste episódio. A dublagem da maioria dos personagens funcionam bem, com atuações críveis. Apenas algumas vozes não combinam com a imagem dos personagens.
Os efeitos sonoros estão menos macabros que antes e isto contribui ainda mais para minguar a sensação de horror desta versão. È um trabalho competente como um todo, mas faltam aqueles momentos de sons bizarros em uma sala escura que te fazem temer em seguir adiante.
Já na trilha sonora Homecoming se dá bem. Akira Yamaoka fez um bom trabalho. Apesar da música estar mais discreta, ainda há momentos de genialidade como o tema que toca na casa do protagonista ou a lindíssima música de abertura que desde já é entra para o rol das clássicas “Theme Of Laura” (SH2) e “You´re not there” (SH3).
Mudanças boas e ruins
Sempre foi notório os problemas na jogabilidade de Silent Hill. Movimentar o personagem era uma luta e podia ser incrivelmente frustrante. Boas notícias: Movimentar Alex é uma beleza! Seu personagem responde muito bem e o jogo é gostoso de jogar.
O sistema de combate também foi totalmente refeito. Alex pode rolar, esquivar, dar golpes rápidos, fortes e carregar ataques para aumentar o dano. Tudo funciona muito, muito bem.
Infelizmente nem tudo são flores. O game que antes era sobre fugir agora é sobre lutar. Homecoming incentiva o jogador a matar cada um dos inimigos que aparecem pela sua frente. Enquanto á aparição de um monstro nos jogos anteriores inspirava medo sobre a vida do seu personagem, no novo jogo eles só fazem você se perguntar se é mais divertido matar uma enfermeira com uma faca ou um machado…
Outra mudança polêmica foi a câmera. Antes semi-fixa, ela contribuia para criar terror, expectativa e mesmo destacar o trabalho artístico do jogo. Em Homecoming ela é simples e está sempre atrás do personagem. Funciona bem boa parte do tempo, mas retira muito do clima opreesivo que caracterizava a série. Não foi uma mudança ruim, mas definitivamente uma que traz pontos negativos junto aos positivos.
O jogo continua cheio de puzzles, a maioria funciona bem. Mas um, em especial, engana o jogador. Você é levado a acreditar que precisa responder uma charada. Parece empolgante. Depois vocÊ descobre que a solução é aleatória e não há muita lógica envolvendo o processo. Difícil engolir uma mecânica de tentativa e erro a este ponto da evolução da indústria.
Os save points são escassos e mal distribuidos, isso se torna um problema, especialmente para jogadores que fazem sessões curtas de jogo, isso sem falar nos imprevistos que forçam você ter que largar o jogo. Quando isso ocorre em Homecoming, prepare-se para se desesperar pois leva um bom tempo para se chegar á um ponto de salvamento.
Algo que gostei foi o combate com os chefes. Todos possuem mecânicas bem definidas e conseguem empolgar já que há um desafio equilibrado e instigante.
Conclusão
È difícil não se desapontar com Silent Hill: Homecoming. É cada vez mais flagrante que a série encontra problemas para voltar aos trilhos. A decisão de entregar a franquia nas mãos de uma outra equipe foi definitivamente equivocada. Houve sim uma evolução na jogabilidade, mas o clima, o terror e o surrealismo de Silent Hill foram sacrificados sem piedade.
Não é um jogo ruim. È difinitivamente mais acessível aos novatos que os jogos anteriores e há alguns momentos inspirados. Mas para o fã consciente de Silent Hill fica um gosto amargo de que a sensacional série de terror está cada vez mais se afastando de casa.
Mais & Menos
+ Controlar o personagem agora é fácil!
+ Boa trilha sonora
- História previsível e fraca
- Não dá medo
- Visuais artisticamente pobres
Notas
Apresentação: 6,0
Gráficos: 7,0
Jogablidade: 8,0
Som: 8,5
Diversão: 7,0





acho q tem muita definição aí q é subjetiva.
em silent hill 2 e 3 eu conseguia enfrentar a maioria dos inimgiso, nesse não é muito diferente. Acho q os inimigos nesse são menos sonsos pois eles partem pra cima de você. Achei q o clima de silent hill foi muito bem conservado nesse jogo, eu esparava q fosse bem pior, mas me surpreendeu!
Acho q seu review é muito saudosista, vc realmente encarou o jogo sem estar disposto a curtir, pois ELEVOU a 10ª potencia às qualidades dos títulos anteriores assim como você elevou a 10ª potência os defeitos desse jogo.
não achei o enredo tão óbvio assim, só achei menos ambicioso como um jogo qualquer, mas pra um jogo qualquer ele estaria EXCELENTE, só q pra Silent Hill 2 ou 3 ele tá um pouco sem categoria.
mas é complicado, pra um review feito por fan, a tendencia é q esculhambem impiedosamente, pois todo fan, na verdade quer um CLONE do jogo, e não um jogo novo.
mas seu review tá bem convincente mesmo, só não deixa de ser subjetivo.
Oi Marcus.
Td review é subjetivo, isso é indescutivel.
Não elevei a décima potencia nada cara. Tanto é q reconheço que o controle do seu personagem está MUITO superior em Homecoming.
Mas não dá pra negar que a história é mt pobre. O foco de td SH sempre foi o roteiro e em Homecoming é uma coisa mt besta.
Enche o saco aquele moleque correndo td hora! Os personagens são sem sal, o desfecho é MUITO previsivel…
Mas enfim, review é mesmo subjetivo. Cada um tem um opiniçao diferente e é assim q tem q ser mesmo xD
Mas não quero clone de nada, queria que tivessem apenas trazido graficos e historia no nivel do q estamos acostumados em Silent Hill e não isso.
acho q ainda há a possibilidade de um novo jogo do Silent Hill nesse geração, creio q no próximo irão melhorar os gráficos, até toda softhouse novata numa geração não consegue trazer primor, Silent Hill 2 mesmo não tinha gráficos tão bons qto o 3 e o 4.
só não acho q a apresentação irá voltar a ser o q sempre foi… eu me importo mais com o gameplay, pelo menos caso do SH HC (considerando a ação, o level design e os puzzles) o jogo deu uma evoluída, o q de fato mantem o equilibrio de qualidade da série, tipo => TIRA UM POUCO DE LÁ, PÕE UM POUCO ALI, AQUI.
tu fez os 5 finais?
Fiz 3
Good, Hospital e Drowning
Esse Silent Hill HomeComing pelo menos e melhor que Alone in The Dark???
Alone in The Dark teve boas ideias mas achei um jogo curto e mal executado
Esse Review ficou muito foda Fabian!
Eu nunca joguei SH e acho que também será desta vez.
O jogo parece bem ruinzin..
não caralho! o jogo é bom e vale a pena ser jogado!!! ¬¬
e FABIAN, o SILENT HILL 4 THE ROOM tá longe de ser mediano! Pelo menos no enredo, q é algo q vc tanto valoriza na série, SH4 é um dos jogos q vai mais além em termos d complexidade da série.
o Origins tb não deixa a desejar, lembrando q ele é um jogo de PSP originalmente (por isso ele é menos ambicioso), eu achei o SILENT HILL ORIGINS soberbo no PSP, zerar aquele jogo num móbile era coisa de outro mundo!
se tiver alguma SH desfalcado de apresentação, o único seria o HOMECOMING mesmo, mas mesmo assim o jogo tem um feeling muito bom!
Eu joguei VICIADAMENTE, e duvido q vc não jogou viciadamente tb!
o jogo é criativo em termos de gameplay, pode não ter puzzles trabalhosos o tempo todo, mas tem puzzles criativos! É q nem GOD OF WAR, tem puzzles fáceis mas são todos bem engenhosos!
pronto falei! heehehe
Agora q vc já zerou o SilentHill Homecoming, recomendo q jogue o esstranho jogo da LUCAS ARTS => FRACTURE, e se tiver disposição faça um review dele!
Achava q o Fracture fosse uma MERDA TOTAL por causa do review da IGN, arrisquei uma mídia como quem não quer nada, e po… até q o jogo não é tão ruim, a idéia dele é bastante interessante!
@Danny
È BEM MELHOR q Alone in The Dark, pode ficar tranquila.
@Marcus
Meu 360 pifou ontem enqyanto eu jogava Brothetrs In Arms (para fazer o review).
Não tem como testar Fracture =(
Ah e eu adoro a historia de The Room, mas acho q ele é repetitivo.
@ Bubble
Brigadão cara!
@Ichigo
Não é ruim não cara. Mas não é nada demais.
Fabian! posta aquela notícia da screen shot do Big Daddy serrilhado do PS3 no blog, essa notícia vai bombar! hueuheuhuhuhuhuheuheuheuh
valew
De SH eu só joguei o Origins do PSP e gostei.
Infelizmente não terei o prazer de jogar esse pois não tenho grana pra comprar todos os jogos e esse mês teremos muitos indispensáveis.
Muito bom o review Fabian, consegui captar bem a idéia do jogo.
E como Marcus disse:
Fabian! posta aquela notícia da screen shot do Big Daddy serrilhado do PS3 no blog, essa notícia vai bombar! hueuheuhuhuhuhuheuheuheuh [2]
De forma bem direta, a série SH à partir do 4° caminha a passos largos na descendente, pensem nisso “como os criadores da série, podem entregar a franquia sem alguma supervisão para terceiros ?”. É evidente que SH não está sendo capaz de se reinventar, porque o título é entregue (de bandeja) para outras produtoras, levando a perda de suas essências… como o jogo é capaz de se reiventar se a Konami não está a cargo da elaboração do game?
Uma coisa é certa,silent hill perfeito é só o primeiro msm.tds os outros são bons,mas a sensação q Harry e sua filha deixaram foi a mais incrível de tds!!!
Primeiro, eu fiz um preview sobre silent Hill homecoming achando que seria maravilhoso, pela trilha sonora e pelos gráficos que vi. Até a história parecia boa, mas ainda não joguei (espero jogar logo). Você foi muito bem no texto, gostei. Mas não se esqueça que escrever textos opinativos é muito difícil, pois nem todos entendem que é uma opinião e não a verdade absoluta. Eu já fui xingado no meu blog por falar mal de Techu. rsr. Concordo com tudo o que você falou. O SH4 era mediano, mas tinha uma história maravilhosa. Tenho que concordar com o Ewerton quando diz que “A sensação que Harry e sua filha deixaram foi a mais incrível de todas”. Foi mesmo. Até hoje sinto falta de um jogo que mexesse tanto comigo quanto SH 1.
Gostei quando você disse que Origins não era pretencioso por ter sido feito para o PSP. Tem gente que não entende isso. Eu gostei do Origins. È simples, mas me agradou bastante, principalmente por ter saído numa época fraca pro survival Horror.
Mas acho que a série está tentando de reencontrar, por isso mudaram a equip depois de SH 4.
Adorei quando você disse que antes era um jogo de fuga agora é de luta. É verdade, origins era bem assim.
Bem, fico por aqui e o parabenizo pelo trabalho.
Se quiser passar no meu blog sobre games é só digitar http://brasilstatio.blogspot.com
Valeu.
Digitei errado o nome do blog acima. É http://brasilstation.blogspot.com
Desculpa aê.
Onde assino?
Concordo plenamente em gênero numero e grau.
Tirou as palavras do meu teclado.
Muito bom o review. Senti um frio na barriga quando soube que uma equipe americana iria produzir o novo SH… Aiai, nas indústrias, até mesmo a dos jogos, o dinheiro parece fala mais alto.
Após jogar Homecoming cheguei a uma conclusão: A Konami vai dar o roteiro do próximo Silent Hill para mim fazer…só pode!
O que deu na Konami?
Querem acabar com a série entregando ela pra qualquer um fazer?
Se as coisas continuarem assim, melhor parar por aqui…
Pelo menos teríamos boas lembranças do magnífico Silent Hill…
Eu sempre fui fanático por Silent Hill,bem ,na verdade eu joguei com fé o 2,3 e 4 episódios da série,já que o primeiro eu joguei uma vez apenas! Meu favorito por alguma razão é o 3.Mas cara,Akira Yamaoka é foda…bom d+!!!! Sobre o Homecoming..bem….sei lá..minha tv já num é essas coisas…mas pareçe ser escuro d+,fica difícil axar certos locais….e o sistema de combate..bem…tem inimigos d+ nas fases e isso faz perder completamente o clima *from hell* dos outros games.Ele te faz combater como um R.E. mas sem nenhuma arma propícia, e se vc for dar ênfase em combates num game de terror muita coisa se perde..desculpe não me explicar melhor mas fiquei bem decepcionado com esse jogo!
O gameplay do jogo é inspirado (ou imitado) do Concorrente ao qual não vou citar o nome, pois vocês já o sabem.
e o jogo já não é como antes, tem muito clichê, como cemitério.
os personagens são mal detalhados. compare Elle do Homecoming com Cynthia Velasquez do 4, e conclua quem é mais bem-detalhada.
Silent Hill é uma série já morta. os americanos a assassinaram.
noss n da medo??????
eu acho que o silent hill indempendente de por que seja feito ja saiu muito da originalidade,pois o primero jogo tinha toda uma historia, mas os outros ja começavão do nada com monstros e portas trancadas num cuarto, eu jogaria o silent 1 de novo e nao jogaria os outros…..
Silent Hill: Homecoming é um ótimo jogo! Claro, acho difícil algum jogo ser melhor que os três primeiros Silent Hills, mas eu colocaria o Homecoming logo na quarta posição, a frente do Origins e do The Room.