Silent Hill: Homecoming – PREVIEW

Produtora: Double-Helix Games — Distribuidora: KONAMI

Gênero: Survival-Horror/Horror Psicológico — Data de lançamento: 30/09/2008

Texto por: Roberto Guedes

1999. A KONAMI, por meio de seu estúdio interno chamado de “Team Silent”, cria a franquia Silent Hill para concorrer com Resident Evil e Alone in the Dark. A história do jogo falava de um pai (Harry Mason), que perde sua filha no meio da nebulosa e, supostamente, deserta cidade chamada de Silent Hill. O jogo, que se caracterizava pelo horror psicológico e por ser o único jogo a entrar 100% no conceito do gênero survival-horror, fez tanto sucesso que permitiu continuações.

Na 4º versão, denominada de Silent Hill 4: The Room, o jogo foi considerado o pior da série, talvez devido à mudança de planos da Konami que fez com que uma nova franquia se trnasse uma seqüência de Silent Hill. Provavelmente por causa disso, o Team Silent hoje não existe mais e a produção da sexta versão (lembrem de Silent Hill: Origins), denominada de Silent Hill: Homecoming ficou a cargo do recém formado estúdio ocidental Double-Helix Games (da Foundation 9, cujo nome se refere à fusão do estúdio The Collective com a Shiny Enterteinment), o que gerou bastantante desconfinaça entre os fãs da série. Há pouco mais de um mês do lançamento, veremos o que a Double-Helix planeja nessa versão da nova geração.

Um soldado americano fora da guerra

Alex Shepherd é um soldado americano que volta da guerra para sua cidade, denominada de Shepherd’s Glen. Mas algo está estranho…nada mudou na cidade e tudo parece estar deserto. A cidade está com uma neblina estranha também. E para piorar, quando vai para sua casa, Alex vê sua mãe em um estado da catatonia (para quem não sabe, é uma forma de esquizofrenia, com a pessoa alternando entre a passividade e extrema agitação) e seu irmão Joshua desapararecido. Seu pai? Foi procurá-lo. Alex também acaba indo em busca de seu irmão. Com tudo isso, Alex acaba indo para Silent Hill, com a ajuda do personagem principal de Silent Hill: Origins, Travis. Outra persongem que vai ajudá-lo é Elle, sua amiga de infância. Não sabemos ainda se haverá algum tipo de romance.

O primeiro motivo de desconfiança dos fãs em ter uma produtora ocidental foi que ela poderia alterar o clima do jogo. Falaremos disso em diversas partes do preview. O segundo foi que eles poderiam acrescentar alguns elementos na jogabilidade que não seriam certos para a série (leia-se armas de fogo em excesso). Bem, logo os produtores desmentiram isso, dizendo que eram grande fãs da série e que não teria porque mudar. Isso logo foi mostrado nos vídeos de joagbilidade, que focaram no uso de facas e machados. Para provar que eles queriam deixar o clima característico da série, faltavam duas coisas que não estavam presentes nos últimos jogos: lanterna e rádio. Tudo voltou. A escolha de um soldado é alegada para que a jogabilidade do jogo se torne ainda mais importante do que nunca.

Uma Silent Hill mais aterrorizante do que nunca…

Outro ponto forte da série é o design dos monstros. Então, para não decepcionar, a Double-Helix tentou criar monstros baseados no estilo dos mostrados anteriormente na série. Por esse jogo ter uma relação especial com Silent Hill 2 – e teremos mais uma prova disso um pouco abaixo -, alguns dos monstros tem ligação com outros do jogo citado acima, como é o caso do Smog. Ainda tem outros novos, como é o caso do Schism, do Siam, do Needler, das enfermeiras famosas e de um ainda sem-nome.

Para terminar a ligação com o segundo jogo, surge Pyramid Head. Em Silent Hill 2, James cometeu um crime sério. E para quem não sabe, todo monstro em Silent Hill tem uma ligação com o personagem principal. A pergunta que fica é: será que Alex cometeu algum crime também? Ou será que Pyramid Head está atrás de outra pessoa? Ou isso tem algo a ver com seu irmão Joshua?

Homecoming e sua relação com o filme

Com os novos poderes concedidos pela nova geração, a Double-Helix planeja usar algumas coisas do filme da série. Muitos de vocês já devem ter notado a semelhança no design das enfermeiras e do Pyramid Head. A outra novidade é a transição entre mundos, que, com exceção da primeira, será feita totalmente em tempo real, o que é uma boa novidade da série.

Uma neblina que esconde os gráficos

Em 1999, a Konami usou a neblina não para dar mais suspense, mas sim para esconder o pop-in do jogo. Mas o resultado foi tão incrível que ela se manteve. Talvez por isso, a Double-Helix não se preocupou em usar uma engine mais poderosa no jogo. Podemos ver um revezamento de texturas em alta definição e em baixa definição.  Essa parte do jogo gerou muitas controvérsias, com constantes mudanças no visual do jogo. O estado mostrado nas imagens acima é o mais recente, o que deixa o jogo, comparado com outros, com gráficos no máximo bons.

Conclusão

A Double-Helix luta para manter a tradição da franquia, acrescentando alguns detalhes e ao mesmo tempo tentando agradar ao grande número de fãs da série. O resultado disso tudo parece estar ficando bom. Parece? É, isso mesmo. Se continuará assim mesmo ou não, você terá que esperar a nossa análise no começo de outubro. Até lá, se prepare para levar muitos sustos.

~ por Roberto Guedes em Agosto 25, 2008.

5 Respostas to “Silent Hill: Homecoming – PREVIEW”

  1. Acho que vo pega essa

    parabens ae roberto

  2. Cara.. eu já li as histórias dos 4 Silent, já joguei 2(1 até a metade que foi o primeiro e outro só algumas horas que foi o quarto), acho tudo muito fascinante e etc.. mas não é para mim não, jogo de terror ducaraio kkkkkkkkkk

  3. Sou muito fã dessa serie de horror.

    Conheço TODOS os jogos ( menos o origins ), desde pequeno vi meu irmao zerar o 1 , o 2 , o 3 , e o 4.

    acho que esse vai ser o melhor jogo da serie.

  4. mais um game de sucesso silent homecoming vai ser um game muito fera

  5. PRECISO URGENTE DO SERIAL PRA ESSE JOGO…. ME AJUDEM…

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